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Bioquímica do amor: as moléculas por traz das borboletas no estômago
“Ah o amor... que nasce não sei de onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.” (Luís de Camões) O amor pode ser caracterizado por um fenômeno físico-químico capaz de influenciar de maneira significativa o comportamento dos sujeitos acometidos por esse sentimento. Além de transcender a existência, esse sentimento é fortemente influenciado pelo que chamamos de bioquímica do amor, ou seja, é um fenômeno profundamente biológico.

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