O Brasil é caracterizado como um país de proporções continentais e como tal é responsável por abrigar uma enorme gama de ecossistemas, culturas e populações. As políticas de saúde atuantes preveem como um de seus princípios básicos o acesso total de qualquer cidadão brasileiro aos serviços de saúde públicos, essa característica primária incumbe aos responsáveis pelas ações de cuidado um papel essencial na intervenção e mudança da realidade das populações. Esses serviços se tornam ainda mais indispensáveis quando os sujeitos centrais desse processo são populações em vulnerabilidade social, com necessidades evidentes e barreiras significativas à produção do cuidado como encontrado em comunidades ribeirinhas. (FONTE: http://www.blog.saude.gov.br/images/ProgramaseCampanhas/UBS_Fluvial_Foto_Erasmo_Salomao_ASCOMMS.jpg)
GRUPO DE PESQUISA E-mail: laticsufcg@gmail.com App Transcare E-mail: transcareufcg@gmail.com RESPONSÁVEIS Prof. Dr. Marcelo Costa Fernandes E-mail: celo_cf@hotmail.com Profa. Dr. Fabiana Ferraz Queiroga Freitas E-mail: fabianafqf@hotmail.com
Conhecida desde os tempos bíblicos como lepra (termo lepra e seus derivados caíram em desuso no Brasil por ser estigmatizante, pejorativa e marginalizante, em especial para os doentes e seus familiares), a hanseníase é uma doença infecciosa e crônica, causada pelo Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Atinge principalmente a pele e os nervos periféricos, mas também se manifesta como uma doença sistêmica, comprometendo articulações, olhos, testículos, gânglios e outros órgãos. Possui significativa importância para a saúde coletiva em decorrência da sua magnitude e seu alto poder incapacitante, atingindo, sobretudo, a faixa etária economicamente ativa. Causa problemáticas como a diminuição da capacidade de trabalho, limitação da vida social e alterações psicológicos, o que fomenta o estigma e o preconceito que se lhe imputam (BRASIL, 2007). (Fonte: cofen.gov.br/ministerio-da-saude-divulga-campanha-de-tratamento-da-hanseniase_23390)
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