Caso Henry: A violência inquietante de familiares contra crianças.
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Caso Henry: A violência inquietante de familiares contra crianças. O que este caso tem a nos dizer sobre a vitimização adulto-criança? Vamos refletir? Assista a este vídeo!
GRUPO DE PESQUISA E-mail: laticsufcg@gmail.com App Transcare E-mail: transcareufcg@gmail.com RESPONSÁVEIS Prof. Dr. Marcelo Costa Fernandes E-mail: celo_cf@hotmail.com Profa. Dr. Fabiana Ferraz Queiroga Freitas E-mail: fabianafqf@hotmail.com
Antes do movimento da reforma sanitária e implementação do Sistema Único de Saúde (SUS), a criança não era considerada um ator social com a sua singularidade, sendo vista como membro da família sem aspectos específicos. A mesma não fazia parte da sociedade com direitos enquanto cidadãos, portanto, as equipes de saúde e o Estado não pensavam em práticas voltadas à saúde e bem-estar da criança o que acarretava em maior índice de mortalidade infantil na época, como também agravos à saúde. Com a Constituição Federal de 1988 e o resultado de várias conquistas no campo da saúde (criação do SUS), juntamente com o desenvolvimento das Leis Orgânicas da Saúde em 1990, possibilitaram várias mudanças no modelo de saúde voltada à assistência à criança.
A Reforma Sanitária ocorreu na perspectiva de reformulação do modelo de atenção, preconizando a criação de um Sistema Único de Saúde que tivesse por objetivo a universalização do direito à saúde, a qualidade de vida da população, bem como a integralidade das ações e serviços ofertados.
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